Movimento é informação para o cérebro
Quando observamos um bebê aprendendo a sustentar a cabeça, rolar, sentar ou alcançar um brinquedo, é fácil pensar apenas em força muscular.
Mas o desenvolvimento motor é muito mais complexo.
Para organizar um movimento, o cérebro precisa receber informações sobre onde o corpo está, para onde está indo e como deve responder às mudanças que acontecem durante aquela experiência.
É por isso que as experiências motoras e sensoriais caminham juntas.
A variabilidade de movimentos permite que o bebê experimente diferentes estratégias e, progressivamente, organize respostas mais eficientes diante das demandas do ambiente (Dusing, 2016).
Não se trata, portanto, de realizar o maior número possível de estímulos.
Trata-se de oferecer ao bebê experiências variadas e adequadas ao seu momento de desenvolvimento.
